Senadora Teresa Leitão diz que o PT só teria candidatura própria no Recife se “houvesse um ‘tsunami’ na relação com o PSB”

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Diante da dúvida sobre a diretriz que o Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco deve seguir nas eleições 2024 no Recife, a senadora Teresa Leitão (PT) falou sobre a aliança nacional com o partido do atual prefeito do município, João Campos (PSB) e a relação dele com o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além disso, a parlamentar avaliou a possiblidade da legenda ter uma candidatura própria, caso as coisas mudem no decorrer do ano eleitoral.

É esperado que o pré-candidato a vice-prefeito da chapa de Campos seja o PT, porém até o momento não houve sinalização pública de quem seria o político a ocupar o cargo. Sobre essa questão a senadora mencionou o episódio em que a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffman, verbalizou a aliança com João Campos em um evento na capital pernambucana em setembro do ano passado.

Teresa Leitão destacou que o propósito do PT-PE é “manter a aliança nacional”. Entretanto caso algo venha a acontecer e os partidos não cheguem à um consenso o PT pode vir a ter uma candidatura própria.

“Nesse sentido, a tese da candidatura própria e do nome do deputado João Paulo só existiria se, a meu ver, houvesse um “tsunami” nessa relação com o PSB, algo que impactasse tão fortemente que a aliança com o prefeito fosse desfeita. Nessa situação sim, o PT teria uma candidatura. Mas, repito: isso só se algo muito excepcional ocorresse, capaz de provocar um rompimento. A gente fica torcendo e trabalhando para que haja convergência, que o campo progressista de alianças se amplie e consiga reeleger o prefeito com o vice do PT”, explicou a senadora Teresa Leitão.