Não vamos aceitar um ‘prato feito’, disse Eduardo da Fonte sobre montagem da chapa da Frente Popular em Pernambuco

Eduardo da Fonte pede implantação urgente do Renda Brasil | Política:  Diario de Pernambuco

Aliado nacionalmente ao Governo Bolsonaro, o Partido Progressistas de Pernambuco está com a relação delicada com a Frente Popular. O presidente estadual do partido, Eduardo da Fonte, sinalizou que a situação da sua agremiação com o governo do prefeito do Recife, João Campos (PSB), não atravessa uma boa fase. O dirigente relatou que está recebendo queixas de vereadores da sigla sobre o tratamento e atenção recebidos do Executivo municipal. Por esse motivo, ele verbalizou que a legenda cogita desembarcar da gestão e vai deliberar sobre o assunto ainda na segunda quinzena de maio. As declarações foram dadas em entrevista para a Rádio Folha FM 96,7 desta segunda-feira (25).

Sobre a permanência do PP na Frente Popular na eleição para o Governo do Estado deste ano, o deputado federal disse que vai aguardar mais um pouco para deliberar sobre o tema, mas sinalizou que a questão estará na mesa em reunião da executiva estadual. Ele não descartou apoiar um outro pré-candidato ao Governo do Estado e não subir no palanque do pré-candidato da Frente Popular, Danilo Cabral (PSB). “Eu não vou sentar na mesa e aceitar um prato feito vindo de lá para o Partido Progressista concorde com a montagem de uma chapa que eu não participei, que eu não opinei. Nos não vamos apoiar um senador simplesmente porque foi um acordo que Joao Campos fez na eleição de prefeito, tá descartado no nosso partido”, disse Eduardo da Fonte.