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Um ex-funcionário da Entre Cordas relatou que Eveliyne dos Santos, uma das organizadoras do salto de rope jump, pediu que vídeo fosse apagado após o acidente que matou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jogada de uma ponte em Limeira (SP) no dia 13 de junho. A mulher foi indiciada pela polícia nesta semana.
“‘Gustavinho, traz essa câmera, a gente precisa apagar o vídeo’. Essas foram as palavras”, relatou Gustavo Lozzi. Ele também afirmou não ter visto ninguém retirar a câmera que estava com Maria Eduarda: “Não vi ninguém tirando a câmera [das mãos dela]”, afirmou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo.
Câmera estava fixada ao braço da vítima para registrar a experiência do salto. Segundo as investigações da polícia, o equipamento não foi localizado e é considerado essencial para registrar a dinâmica dos fatos. Os outros funcionários negaram ter retirado ou escondido o equipamento.
Testemunhas disseram à polícia que ouviram ordem para recuperar a câmera e apagar o vídeo. Segundo o inquérito, o desaparecimento do equipamento e a desativação de um perfil ligado à atividade em uma rede social indicam possível tentativa de ocultar provas.