
Informações divulgadas pelo Ministério Público Eleitoral, durante as eleições de 2020, o vereador de Agrestina Caio de Azevedo Alves, conhecido como Caio Damasceno, “recebeu mais de R$ 300 mil sem identificação de origem, sem ser por conta bancária específica de campanha eleitoral, sem emitir recibo de doação e sem lançamento na prestação de contas”. Por conta disso, o MP Eleitoral defende a desaprovação das contas de campanha do parlamentar por falsidade ideológica eleitoral (caixa dois).
O MP Eleitoral cita dados de um relatório da Polícia Federal que mostra que, além das ilicitudes citadas anteriormente, o vereador “realizou pagamentos a policiais militares para proteção e segurança no valor de R$14.000, sem declarar como despesa de campanha”. Caio Damasceno também teria comprado votos de pelo menos 15 eleitores, ao preço de R$ 1.800 cada, além de receber quantidade considerável de combustível sem identificar o doador nem emitir recibo ou documento fiscal.