TRE-PE manda páginas de internet apagarem publicações sobre suposto ‘gabinete do ódio’ no governo Raquel Lyra

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, neste sábado (29), que dois perfis de internet apaguem publicações que fazem referência a um suposto “gabinete do ódio” no governo Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição.

A decisão do desembargador eleitoral relator, Luiz Mendonça de Araújo, ocorreu após representação com pedido de tutela de urgência ajuizada pela Coligação Pernambuco de Coração, por Raquel Lyra e pela vice-governadora, Priscila Krause.

A petição indicou que os perfis de Instagram @seremosresistencia, @bregabregoso, @@recifeordinario e @pernambucoposting fizeram publicações inverídicas e descontextualizadas usando trecho de uma reportagem da RecordTV que fala sobre “adicionando-lhes legendas e textos sobrepostos que teriam distorcido o conteúdo original, afirmando categoricamente a existência de um ‘Gabinete do Ódio’ financiado pelo Governo do Estado para atacar candidato adversário [João Campos, do PSB]”.

Na decisão, o desembargador afirmou que se verificou a “plausibilidade” das alegações apresentadas na petição.

Araújo citou que a postagem do perfil @bregabregoso inseriu o seguinte texto na legenda da publicação: “URGENTE! Jornal da Record revela gravação que detalha ‘Gabinete do ódio’ operado dentro do Governo Raquel Lyra para atacar João Campos!”.

Na avaliação do magistrado, a reportagem da RecordTV não mencionou a comprovação da existência de um esquema de ataques virtuais, “mas sim reúne suspeitas que indicariam, segundo os jornalistas responsáveis, uma estrutura voltada à disseminação de notícias falsas”. Pontuou, ainda, que “sequer haveria investigação formal em curso na Polícia Federal por esses fatos”.

Na decisão, o desembargador afirmou que se verificou a “plausibilidade” das alegações apresentadas na petição.

Araújo citou que a postagem do perfil @bregabregoso inseriu o seguinte texto na legenda da publicação: “URGENTE! Jornal da Record revela gravação que detalha ‘Gabinete do ódio’ operado dentro do Governo Raquel Lyra para atacar João Campos!”.

Na avaliação do magistrado, a reportagem da RecordTV não mencionou a comprovação da existência de um esquema de ataques virtuais, “mas sim reúne suspeitas que indicariam, segundo os jornalistas responsáveis, uma estrutura voltada à disseminação de notícias falsas”. Pontuou, ainda, que “sequer haveria investigação formal em curso na Polícia Federal por esses fatos”.