/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/t/y/iAnireQteSQTTrry9h5A/btg-carteira.jpg)
Um número preocupante, mas esperado. De acordo com a mais recente Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) de Pernambuco, o quantitativo de famílias endividadas cresce pelo segundo mês consecutivo no estado, apontando para a mesma direção do movimento nacional. Em junho, este percentual atingiu os 75,2%, subindo 1,2 pontos em relação a maio (74,%). Trata-se da maior taxa desde setembro de 2015, quando o resultado atingiu os 75,5%. Para os meses de junho, é o maior valor desde a criação da pesquisa, iniciada em 2010. No Brasil, estes números ficaram em 66,5% (maio) e 67,1 (junho).
Um dos motores do endividamento nestes últimos meses foi a ampliação do consumo pela internet durante o período de isolamento social, já que ficou mais difícil comprar pela maneira presencial. O economista da Fecomércio, Rafael Ramos, explica que até quem tinha opção de pagar à vista, por meio de boletos, passou a optar pelo cartão de crédito.