
Uma soldado da Polícia Militar de Pernambuco acusada de desrespeitar uma oficial ao chamá-la por “você” sentará no banco dos réus na próxima terça-feira (10). A defesa afirma que a praça não cometeu crime militar e que teria sido ameaçada pela superior.
O episódio ocorreu em novembro de 2023, durante o Curso de Policiamento Aplicado ao Turismo (CPATur) da PM, na sede do Batalhão de Choque, no bairro da Madalena, área central do Recife. Na ocasião, a soldado Flávia Calazans resolvia o problema de uma farda, com tamanho inadequado, quando uma 2ª tenente ordenou que todos voltassem à aula.
O nome da superior não será informado na reportagem porque consta, em processo, como vítima.
A denúncia do Ministério Publico de Pernambuco (MPPE) apontou que a oficial da PM estava na condição de “xerife” do turno, pois era a mais antiga entre os alunos, sendo responsável por dar comandos em diversos momentos. E que, após a ordem para que todos retornassem ao curso, Flávia se recusou a atendê-la, afirmando que primeiro resolveria as alterações de sua camisa.
O episódio ocorreu em novembro de 2023, durante o Curso de Policiamento Aplicado ao Turismo (CPATur) da PM, na sede do Batalhão de Choque, no bairro da Madalena, área central do Recife. Na ocasião, a soldado Flávia Calazans resolvia o problema de uma farda, com tamanho inadequado, quando uma 2ª tenente ordenou que todos voltassem à aula.
O nome da superior não será informado na reportagem porque consta, em processo, como vítima.
A denúncia do Ministério Publico de Pernambuco (MPPE) apontou que a oficial da PM estava na condição de “xerife” do turno, pois era a mais antiga entre os alunos, sendo responsável por dar comandos em diversos momentos. E que, após a ordem para que todos retornassem ao curso, Flávia se recusou a atendê-la, afirmando que primeiro resolveria as alterações de sua camisa.
Durante depoimento na DPJM, a soldado confessou que se recusou a seguir para a instrução após a ordem e afirmou que chamou a superior por “você”, pois ambas estavam na condição de aluna. Na ocasião, a praça reforçou que logo em seguida teria sido ameaçada pela oficial.
A soldado reafirmou que não teve a intenção de desrespeitar a superior. “Foi uma coisa tão rápida e imperceptível que eu não tinha nem visto que falei ‘você’. Porque não teve tom ameaçador, foi sutil.”
Ela disse que, no entanto, ficou assustada com a resposta da 2ª tenente, que teria ameaçado prejudicá-la na corporação.