A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), chamou de “cortina de fumaça” as críticas ao uso de aeronaves oficiais do Estado. A declaração foi dada nesta segunda-feira (15), quando Raquel foi questionada sobre o tema durante a entrega de 184 veículos do programa Move SUAS PE, no Palácio do Campo das Princesas, no Recife.
“Muita gente que sabe que estou fazendo do jeito certo, mas acaba criando algumas cortinas de fumaça para tentar atrapalhar e desviar daquilo que nós estamos fazendo e trabalhando”, disse a governadora, que disputará a reeleição neste ano.
A declaração veio em resposta a reportagem da Folha de S.Paulo, que revelou que o avião King Air 260, de matrícula PS-GEP – adquirido em julho de 2025 por R$ 64,3 milhões com verba da Secretaria de Defesa Social e apresentado pelo governo como reforço ao atendimento aeromédico – também foi utilizado em viagens da governadora para agendas políticas e administrativas.
Raquel Lyra defendeu o uso das aeronaves como legítimo e dentro das normas. “Hoje nós temos três. Compramos avião, compramos helicóptero e eles servem ao governo de Pernambuco. E todo o uso dele é feito de maneira adequada, legítima, respeitando o nosso dinheiro. Como, aliás, é a minha conduta e a minha posição e postura sempre como governante, como servidora pública, que sempre escolhi ser”, afirmou.
Segundo ela, as aeronaves atendem diferentes áreas da administração: “Os aviões servem sim para a parte administrativa e servem sim para a saúde e para a segurança pública do nosso estado.”
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve suspensa a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos.
Segundo a Anvisa, a ação foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026.
Lotes afetados
Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026; Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido – antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.
Análises e restrição
De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.
Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.
Monitoramento no mercado
A agência informou ainda que os produtos atingidos que já tenham sido distribuídos e estejam disponíveis no mercado devem seguir as tratativas acordadas com a empresa quanto à manutenção de ações de monitoramento sanitário.
Entenda o caso
A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.
A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.
O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.
Bactéria
A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais úmidos. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves.
No entanto, ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico.
Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos à saúde da população.
Uma aeronave adquirida pelo Governo de Pernambuco e equipada para operações aeromédicas passou a ser usada também em viagens da governadora Raquel Lyra para agendas oficiais e compromissos políticos. A informação é da Folha de S.Paulo. Em nota, o Governo de Pernambuco negou desvio de finalidade e informou que “os deslocamentos em aeronaves oficiais ocorrem para o cumprimento de agendas institucionais de interesse do Estado”.
De acordo com o jornal, a aeronave, um modelo King Air 260, foi comprada por R$ 64,3 milhões com recursos da Secretaria de Defesa Social (SDS) em julho de 2025 e entregue em dezembro do mesmo ano. Na ocasião, o Grupamento Tático Aéreo (GTA), responsável pela operação das aeronaves governamentais, destacou que o equipamento ampliaria a capacidade de atendimento aeromédico no estado.
“Com estrutura adequada para o transporte aeromédico, o avião garante mais agilidade no tempo de resposta e mais segurança para pacientes e equipes, fortalecendo o atendimento em missões que não podem esperar”, descreveu o órgão no Instagram.
Segundo a reportagem, a primeira viagem da governadora utilizando a aeronave ocorreu poucos dias após a entrega do equipamento ao Estado. Raquel Lyra embarcou para Brasília, onde participou de compromissos institucionais, incluindo uma agenda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de reuniões políticas com lideranças do PSD.
Documentos obtidos pelo jornal indicam que, em 15 de dezembro de 2025, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) autorizou a retirada temporária dos equipamentos médicos para adequar o avião ao transporte de autoridades.
Na ocasião, segundo a Folha, o governo contratou uma empresa de táxi aéreo para realizar o transporte de um paciente e uma operação de captação de órgãos para transplante, ao custo de cerca de R$ 100 mil.
O jornal acrescenta que a governadora também utilizou a aeronave em viagem a São Paulo para acompanhar o leilão da concessão dos serviços de saneamento básico de Pernambuco e, posteriormente, retornou à capital federal para participar de um encontro com prefeitos pernambucanos.
A publicação ainda informa que a aeronave voltou a ser usada por Raquel Lyra em maio deste ano, em viagens para compromissos no Agreste pernambucano, em Brasília e em São Paulo.
De acordo com a gestão estadual, as aeronaves citadas na reportagem são utilizadas “somente em missões institucionais de interesse público”. Segundo o governo, “sua utilização segue critérios técnicos, operacionais e legais estabelecidos pelos órgãos competentes”.
Na saúde, a gestão afirma que a frota é empregada em remoções aeromédicas, resgates e transporte de órgãos para transplantes, contabilizando 55 deslocamentos para essas finalidades desde a aquisição das aeronaves.
Além disso, o Executivo nega que o uso institucional prejudique o atendimento à população, afirmando que outras aeronaves permanecem sempre à disposição para emergências médicas e operações policiais.
“Desde 2023, os deslocamentos da governadora Raquel Lyra ocorrem, em sua maioria, por meio de voos comerciais. Desde o início da gestão, foram registrados 158 trechos, gerando uma economia de R$ 880 mil. Entre 2020 e 2023, o governo liquidou o montante de R$ 1,6 milhão referente a contratos de táxi aéreo utilizados no período de 2019 a 2022, anterior à atual gestão”, afirma.
Por fim, a Secretaria de Defesa Social (SDS) nega “qualquer descaracterização da aeronave” mencionada na denúncia. O órgão afirma que o veículo “possui elementos visuais que identificam claramente seu uso público, como o brasão do Estado e a identidade visual da secretaria”.
A SDS também diz que, “nos deslocamentos que não envolvem missões de saúde, os equipamentos médicos são temporariamente retirados e reinstalados ao término da operação, sem comprometimento de sua funcionalidade”.
Leia a nota completa:
O Governo de Pernambuco informa que as aeronaves citadas integram a frota pública estadual e são utilizadas somente em missões institucionais de interesse público, incluindo ações de segurança pública, defesa civil, apoio aeromédico, transporte de equipes técnicas e deslocamentos oficiais. As aeronaves pertencem ao Estado e sua utilização segue critérios técnicos, operacionais e legais estabelecidos pelos órgãos competentes.
Na área da saúde, por exemplo, as aeronaves são empregadas em remoções aeromédicas, repatriações, operações de resgate e transporte de órgãos para transplante. Desde a aquisição das aeronaves, já foram realizados 55 deslocamentos para essas finalidades. Na segurança pública, também são utilizadas no transporte de efetivos em operações policiais.
Desde 2023, os deslocamentos da governadora Raquel Lyra ocorrem, em sua maioria, por meio de voos comerciais. Desde o início da gestão, foram registrados 158 trechos, gerando uma economia de R$ 880 mil. Entre 2020 e 2023, o governo liquidou o montante de R$ 1,6 milhão referente a contratos de táxi aéreo utilizados no período de 2019 a 2022, anterior à atual gestão.
Já os deslocamentos em aeronaves oficiais ocorrem para o cumprimento de agendas institucionais de interesse do Estado, em conformidade com a portaria 734/SDS, de 16 de maio de 2010. Nessa modalidade, foram realizados 45 trechos, sem qualquer prejuízo às operações de saúde e segurança pública, uma vez que outras aeronaves permanecem à disposição para o atendimento dessas demandas.
Não há, por parte da Secretaria de Defesa Social (SDS), qualquer descaracterização da aeronave mencionada, uma vez que ela possui elementos visuais que identificam claramente seu uso público, como o brasão do Estado e a identidade visual da SDS. Nos deslocamentos que não envolvem missões de saúde, os equipamentos médicos são temporariamente retirados e reinstalados ao término da operação, sem comprometimento de sua funcionalidade.
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) apontou suposto superfaturamento e prejuízo estimado em R$ 16,2 milhões em contratos de instalação de usinas solares firmados durante a gestão de João Campos (PSB) como prefeito do Recife. A divulgação foi feita pelo Metrópoles.
Em defesa apresentada ao tribunal, o Consórcio Sienergy rebateu as irregularidades e afirmou que os serviços foram executados dentro das normas técnicas e sem prejuízo ao poder público.
A auditoria do TCE analisou contratos voltados à implantação de 40 usinas fotovoltaicas em escolas, creches e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) do Recife. O contrato teve valor inicial de R$ 15,8 milhões, posteriormente ampliado para R$ 19,7 milhões por meio de aditivos.
Entre os pontos questionados pelo tribunal, estão suposta antecipação de pagamentos, ausência de aplicação de multa contratual, subcontratação considerada irregular, falhas técnicas na execução dos serviços e superfaturamento por preço e quantidade.
O relatório também aponta possível prejuízo relacionado à não geração de energia elétrica no prazo previsto. Segundo a defesa, os achados somam R$ 16,2 milhões.
No documento encaminhado ao TCE, o consórcio argumenta que 39 das 40 usinas instaladas estão em pleno funcionamento e conectadas à rede da Neoenergia, com homologação técnica da concessionária. A defesa sustenta ainda que a aprovação da distribuidora comprova a conformidade das instalações com normas técnicas e de segurança.
O grupo também contestou a tese de “lucros cessantes” apontada pela auditoria, alegando que a entrada em operação das usinas dependia de autorização e ligação por parte da Neoenergia, o que fugiria da responsabilidade do consórcio. Segundo os advogados, eventual demora da concessionária não poderia ser atribuída à empresa contratada.
Outro ponto rebatido pela defesa envolve a suspeita de subcontratação irregular por meio de uma Sociedade em Conta de Participação (SCP) firmada entre empresas integrantes do consórcio. O documento afirma que esse tipo de estrutura societária é previsto no Código Civil e não configura transferência ilegal da execução contratual.
A defesa ainda afirma que a própria Secretaria de Educação do Recife reconheceu, em manifestação enviada ao TCE, que a relação entre as empresas não caracterizava subcontratação irregular, uma vez que ambas integravam a estrutura responsável pela execução do contrato.
Sobre a acusação de superfaturamento, o consórcio argumenta que a auditoria utilizou parâmetros de preços de anos posteriores ao contrato analisado, o que teria provocado distorções na comparação de valores.
Até o momento, o processo segue em análise no Tribunal de Contas de Pernambuco.
Confira abaixo a nota, na íntegra, da Prefeitura do Recife:
“A Prefeitura do Recife esclarece que não há qualquer irregularidade na execução dos contratos mencionados no relatório, que ainda é preliminar, sobre a Secretaria de Educação. A administração municipal reforça que estranha o fato de o documento em questão ter sido repassado à reportagem do Metrópoles de forma seletiva, sem a inclusão dos esclarecimentos já apresentados ao órgão de controle. O que, claramente, demonstra o uso político e desvirtuado do trabalho sério da Corte de Contas, que sequer julgou o processo.”
O Brasil passa a contar nesta segunda-feira (15) com uma rede de proteção e defesa dos direitos das pessoas idosas. A finalidade é fortalecer a articulação entre diferentes níveis de governo e entidades na promoção de políticas públicas voltadas a essa população.
Segundo a Portaria nº 1.058/2026, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, a rede terá como finalidade promover ações coordenadas para assegurar o acesso a direitos, com base nos princípios da equidade, da não discriminação e do respeito à diversidade das etapas de envelhecimento.
A adesão à rede será voluntária e cada instituição ficará responsável pelos custos decorrentes de sua participação.
Entre as atribuições da rede estão:
promoção do federalismo cooperativo;
incentivo à elaboração de diagnósticos sobre o envelhecimento da população;
fortalecimento da participação social;
apoio a fóruns e entidades voltadas à defesa dos direitos das pessoas idosas.
A coordenação da iniciativa caberá à Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, em parceria com o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.
A portaria estabelece ainda que os participantes deverão compartilhar informações, monitorar políticas públicas e apresentar planos de ação alinhados às diretrizes da rede.
A tadalafila, medicamento indicado para o tratamento da disfunção erétil, ganhou popularidade entre homens jovens nos últimos anos. Além do uso recreativo para potencializar o desempenho sexual, o fármaco passou a ser divulgado nas redes sociais como um possível aliado da prática de musculação, apesar da ausência de comprovação científica para essa finalidade. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), obtidos pelo Terra, mostram essa realidade: as vendas da tadalafila saltaram de 3,2 milhões de unidades em 2015 para 74,9 milhões em 2025, um aumento superior a 2.000% em apenas dez anos.
A popularização da tadalafila não aparece apenas nas estatísticas oficiais. Durante a apuração desta reportagem, relatos sobre o uso do medicamento surgiram com frequência em conversas informais com homens na faixa dos 20 e 30 anos, principalmente associados à busca por melhor desempenho sexual e, mais recentemente, à prática de exercícios físicos.
Mas essa crescente utilização do fármaco sem indicação médica vem fazendo com que entidades ligadas ao uso racional de medicamentos alertem para os riscos da prática. Uma das instituições que se manifestou sobre o tema foi o Centro de Apoio à Terapia Racional pela Informação sobre Medicamentos (CEATRIM), da Universidade Federal Fluminense (UFF). O órgão afirma que a busca por atalhos para melhorar o desempenho físico, impulsionada por conteúdos disseminados nas redes sociais, pode estimular o uso irracional de medicamentos.
Segundo o CEATRIM, o uso indiscriminado da tadalafila pode provocar reações adversas e interações perigosas com outros medicamentos. Entre os efeitos colaterais mais comuns estão dor de cabeça, indigestão, dor nas costas, rubor facial, congestão nasal e dores musculares. Em casos mais raros, o medicamento pode causar alterações na visão, na audição e até no ritmo cardíaco.
A produtora no Brasil responsável pelo filme ficcional sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro, Karina Ferreira Gama, apresentou um laudo pericial declarando que foram gastos R$ 75 milhões na produção de “Dark Horse” e que a totalidade desses valores saiu de um fundo sediado nos Estados Unidos e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro.
Foi esse mesmo fundo, Havengate, que recebeu cerca de US$ 10,6 milhões (aproximadamente R$ 61 milhões) de aportes do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, solicitados pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
De acordo com as informações já tornadas públicas sobre os repasses determinados por Vorcaro, os dados indicam que os recursos do dono do Banco Master bancaram mais de 80% dos custos do filme.
A perícia afirma que a produção do longa no Brasil custou US$ 3,7 milhões (o equivalente a R$ 20,9 milhões), enquanto os custos nos Estados Unidos foram de US$ 9,6 milhões (R$ 54,2 milhões).
A defesa de Karina Gama encomendou o laudo para rebater as suspeitas de um inquérito da Polícia Civil de que um contrato da Prefeitura de São Paulo com o Instituto Conhecer Brasil tenha sido desviado para abastecer a produção do filme. A ONG é de Karina.
O laudo pericial conclui que os recursos usados em “Dark Horse” foram de origem privada e abastecidos pelo fundo Havengate, mas não apresenta detalhes sobre esses financiadores.
“Conforme apurado por esta perícia, o fundo Havengate Development Fund LP celebrou contrato em 24 de fevereiro de 2025 para investimento no filme Dark Horse. Até a data de elaboração deste laudo, o aporte realizado soma US$ 13.393.081,29”, diz o laudo.
As mensagens do celular de Daniel Vorcaro mostram que os pagamentos feitos por ele a pedido de Flávio tiveram como destino esse fundo Havengate e totalizaram ao menos US$ 10,6 milhões. O fundo tinha como representante o escritório de Paulo Calixto, que também é advogado de Eduardo Bolsonaro.
A polícia militar prendeu seis pessoas pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante atividade de rope jumping, conforme informou a prefeitura de Limeira (SP) em comunicado oficial.
A jovem foi lançada de uma altura de 40 metros sem que a corda estivesse devidamente presa a seu corpo. O momento em que ela é jogada da Ponte do Esqueleto foi registrado em vídeo que se espalhou pelas redes sociais.
Os instrutores que aparecem nas imagens usam camisas com os nomes das empresas Entre Cordas e Ih Voei. A reportagem tentou contato com as duas, mas não teve resposta até a publicação deste texto.
Em perfis nas redes sociais, os instrutores registravam vários saltos de rope jumping, inclusive com crianças. Em dezembro de 2025, o salto com a Entre Cordas custava R$ 130.
Prefeitura afirma que vai processar governo federal por ‘omissão’
A prefeitura de Limeira afirmou ainda que a “responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à Ponte do Esqueleto é exclusivamente do governo federal”. A administração municipal comunicou que vai processar a União por “omissão”.
A prefeitura comunicou que havia encaminhado ofícios pedindo medidas de segurança. “Desde o início de 2025, a administração municipal vinha adotando medidas administrativas e cobrando providências junto aos órgãos federais responsáveis pela área”, disse.
Fernanda Gentil e Romário protagonizaram um verdadeiro momento de climão após o empate da Seleção Brasileira por 1 a 1 contra o Marrocos, pela estreia do Grupo C da Copa do Mundo, neste sábado, 13. A jornalista conversava ao vivo com o ex-jogador quando perguntou se o empate do Brasil poderia ser considerado uma derrota. “Quem não conhece muito futebol vai ter esse pensamento que você tem”, disse Romário.
O trecho da entrevista feita para a CazéTV viralizou nas redes sociais. No vídeo, Fernanda pergunta: “Antes do jogo, em off, a gente estava comentando justamente isso, empate seria derrota. Saí com esse gosto de derrota depois do 1 a 1?”
Romário responde, mas sem concordar com a jornalista e apresentadora. “Fernanda, é o seguinte, empatar no primeiro jogo de uma Copa do Mundo, contra uma seleção de Marrocos, quem não conhece muito de futebol, vai ter esse pensamento que você tem, e nós somos brasileiros, e a Seleção dos Marrocos apresentou na minha opinião um futebol melhor, mais técnico, mais bem posicionado, e é claro que a gente tem melhores jogadores que o Marrocos”.
Fernanda, então, interrompeu a explicação de Romário e passou a vez para Beltrão, que estava entrevistando um dos jogadores.
Veja o momento!
Não precisava humilhar ela, mas o Romário tá certo. E ela foi meio sem noção também, ao tentar induzir a resposta dele. pic.twitter.com/sv4MJrNYQ3
As inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram abertas nesta sexta-feira (12) para contratação temporária de pessoal para as atividades do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
Ao todo, são oferecidas 8.238 vagas para pessoas com nível médio, distribuídas em cinco funções:
Agente censitário administrativo – 1.110 vagas
Agente censitário de informática – 1.089 vagas
Agente operacional regional – 948 vagas
Agente censitário regional – 948 vagas
Agente censitário supervisor – 4.143 vagas
Os contratos temporários dos aprovados terão duração de até 12 meses, podendo ser prorrogados conforme a necessidade da operação censitária.
O certame terá as seguintes modalidades de concorrência de vagas: ampla concorrência, pessoas com deficiência, pretos ou pardos, indígenas e quilombolas.
O procedimento de confirmação complementar à autodeclaração de pessoas pretas ou pardas será realizado de forma telepresencial e aplicado exclusivamente aos candidatos que, no ato da inscrição, se declararem desta forma e forem aprovados na prova objetiva.
Inscrições
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela organização do certame. O prazo se encerra às 23h59 de 1º de julho de 2026.
No ato de inscrição, o candidato deverá escolher o município onde deseja realizar a prova objetiva, conforme a previsão de vagas ofertadas e detalhadas no edital do processo seletivo.
Taxa de inscrição
O valor da taxa de inscrição é de R$ 53. O edital especifica que podem pedir a isenção da taxa os doadores de medula óssea com atestado ou laudo emitido por médico de entidade reconhecida pelo Ministério da Saúde, que comprove a doação; e também os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), que sejam membros de família de baixa renda. Neste caso, não é necessário o envio de documentação.
As remunerações dos aprovados convocados variam de R$ 2.128 a R$ 4.008, conforme a função exercida.
Os contratados também terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e décimo terceiro salário proporcional.
Provas
A prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, será composta por 60 questões de múltipla escolha com cinco alternativas cada e uma resposta correta, distribuídas pelas disciplinas por função.
Para ser aprovado, o candidato precisa ter acertado, no mínimo, 18 pontos no total da prova objetiva; e ter alcançado, no mínimo, um ponto em cada disciplina.
De acordo com o edital, a data prevista da prova objetiva é 27 de setembro, com duração de quatro horas.
A previsão de publicação do resultado final do processo seletivo simplificado é 18 de dezembro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (12) que passou nesta manhã pela última sessão de radioterapia para tratar um câncer de pele em estágio inicial no couro cabeludo. Segundo o presidente, ele está curado da doença.
O presidente afirmou, em evento de anúncio de linha de crédito para entregadores de aplicativos financiarem novas motos, que realizou a 15ª sessão do tratamento complementar e preventivo que vinha fazendo.
“Quero dizer para vocês que eu estou bem. Estou tão feliz por essas coisas, por vocês, pelo amor que eu tenho pela minha mulher e que eu quero transferir isso para que todo mundo saiba o quanto é importante a gente amar, e pela minha cura definitiva desse câncer de pele”, disse o presidente no evento.
Em abril, Lula removeu uma lesão de pele no couro cabeludo. Inicialmente, a informação era de que se tratava de uma queratose — quando uma área da pele tem acúmulo de tecido. No entanto, posteriormente, verificou-se que se tratava de um carcinoma basocelular, um dos tipos mais leves e comuns de câncer de pele.
O presidente fez 15 sessões de dois minutos de radioterapia, por duas semanas, para evitar o surgimento de novas lesões, após ter removido uma lesão pequena e em estágio inicial.
A Sociedade Brasileira de Radioterapia detalha que esse tipo de tratamento é um dos mecanismos mais usados contra o câncer. Por meio de radiação ionizante, o procedimento destróicélulas malignas, que causam a doença, ou impede que elas se multipliquem.
Agências bancárias terão horário especial de atendimento ao público nos dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo. O horário de abertura será o habitual de cada agência, já fechamento dos locais será duas horas antes do horário de início do jogo.
Caso a partida se inicie às 14h, o encerramento do atendimento ao público será as 12h. No dia de jogo do Brasil às 16h, o fechamento será 14h. E caso a seleção entre em campo às 17h, as agências fecharão às 15h.
Já os horários de expediente dos postos de atendimento e das agências que funcionam em locais especiais, como shoppings e aeroportos, serão informados diretamente pelo estabelecimento, caso a caso.
Os canais digitais e remotos dos bancos, como internet e aplicativos, assim como as salas de autoatendimento, funcionarão normalmente nos dias de jogos da seleção brasileira, seguindo os horários estabelecidos por cada instituição.
O Pix, que funciona 24 horas todos os dias e feriados, poderá ser feito normalmente.
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) explicou que a medida também busca conciliar o atendimento à população com a segurança operacional das agências e dos serviços de transporte de valores.
Lideranças do PSD defenderam ao Palácio do Planalto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participe do palanque da governadora Raquel Lyra (PSD) em Pernambuco nas eleições de 2026. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles, que relatou uma reunião realizada em Brasília entre representantes do governo federal e deputados da legenda para discutir cenários eleitorais em diferentes estados.
A reunião ocorreu na terça-feira (9), na sala da liderança do PSD na Câmara dos Deputados, segundo a publicação. Além das pautas legislativas de interesse da bancada, os participantes trataram de cenários eleitorais nos estados. Pernambuco apareceu entre os temas debatidos, em meio às movimentações nacionais envolvendo a sucessão presidencial de 2026.
Entre os temas levados ao ministro pelos parlamentares do PSD estaria justamente Pernambuco. Segundo o Metrópoles, integrantes da legenda defenderam que Lula apareça ao lado de Raquel Lyra durante a campanha pela reeleição da governadora.
O movimento ocorre em meio às articulações nacionais envolvendo o PSD e o Palácio do Planalto. Ainda de acordo com a publicação, o gesto do governo federal aconteceu após o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, passar a ser citado como possível candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2026.
Na avaliação de dirigentes do PSD ouvidos pelo portal, a entrada de Kassab na composição presidencial poderia fortalecer a unidade interna da sigla em torno de Caiado, inclusive em estados onde o partido mantém interlocução com o governo Lula.
Pernambuco desponta como um dos casos mais sensíveis dessa equação. Enquanto Raquel Lyra mantém silêncio sobre os apoios presidenciais, o PSD atua nos bastidores para ampliar sua aproximação com o governo federal.
Por outro lado, o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), principal adversário da governadora na disputa estadual, também integra a base do presidente e preside nacionalmente o PSB, um dos principais aliados do PT, e exige que o acordo fechado com os petistas seja cumprido sobre o apoio de Lula à sua pré-candidatura.
Até o momento, o Palácio do Planalto não comentou oficialmente o conteúdo da reunião relatada pelo Metrópoles. A assessoria da governadora Raquel Lyra também foi procurada pelo Jornal do Commercio, mas não respondeu até o momento.
Aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara nesta quarta-feira (10), a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos ainda precisa passar por outras análises antes de avançar no Congresso Nacional.
O próximo passo é seguir para uma comissão especial, que ainda precisa ser instalada pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB). O deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), presidente da CCJ, disse que vai cobrar celeridade na criação dessa comissão.
“Espero que, como foi na escala 6×1, o presidente Hugo Motta possa, de imediato, instalar a comissão especial, para que se possa aprofundar ainda mais no mérito esse tema que, sem sombra de dúvida, tem uma grande importância para o povo brasileiro”, declarou.
O colegiado é responsável por realizar audiências públicas e sugerir alterações no texto. Ao fim do prazo, é votado o relatório final.
Caso seja aprovado pela comissão especial, o texto será encaminhado para votação no plenário da Câmara, onde precisa passar por dois turnos. Para avançar, a PEC precisa ter votos favoráveis de 308 dos 513 deputados (3/5 do total).
Já no Senado, o texto também deve seguir para a Comissão de Constituição e Justiça da Casa Alta antes de ser colocado em pauta no plenário. Se for aprovada em dois turnos por pelo menos 54 senadores, a PEC será promulgada.
A 1ª Vara Cível da Comarca de Gravatá atendeu ao pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e determinou que a primeira-dama e secretária municipal de Obras, Viviane Facundes da Silva, e seu marido, o prefeito Joselito Gomes da Silva, se abstenham de realizar exibições performáticas ou cantorias nos palcos do São João de 2026.
A Ação Civil Pública por Abuso de Poder foi motivada pelo suposto desvio de finalidade dos festejos públicos para promoção pessoal e política do casal.
De acordo com o MPPE, o município empenhou cerca de R$ 5,8 milhões para a festa deste ano. A instituição apontou que, no São João de 2025 e em outros eventos posteriores, a primeira-dama subiu ao palco para se apresentar ao lado de artistas nacionais consagrados.
A conduta gerou, inclusive, um Alerta de Responsabilização por parte do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), que advertiu o gestor sobre o descumprimento do princípio da impessoalidade. Diante da reiteração dos atos e do fato de Viviane ser pré-candidata a deputada estadual nas eleições de 2026, a promotora de Justiça Katarina Kirley acionou o Judiciário para coibir novos excessos.
Na decisão assinada pelo juiz Luis Vital do Carmo Filho, ficou estabelecido que o casal só poderá exercer participação institucional estritamente protocolar na abertura e no encerramento das festividades. Caso a determinação seja descumprida, o prefeito e a primeira-dama estarão sujeitos a uma multa cominatória pessoal de R$ 50.000,00 por ato, quantia que deverá ser paga com recursos do próprio patrimônio privado, sendo vedado o custeio pelos cofres públicos municipais.
Além disso, a decisão impôs obrigações ao Município de Gravatá, que está proibido de utilizar canais e redes sociais oficiais para veicular conteúdos que confiram destaque ou promoção pessoal aos corréus nos palcos ou bastidores.
O descumprimento por parte da municipalidade acarretará multa de R$ 30.000,00 por postagem irregular. Os réus foram intimados com urgência devido à iminência das apresentações juninas programadas.