
O novo presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, acredita que, com a assinatura, ainda no mês de março, dos novos contratos de concessão, a companhia deve ter um novo impulso nas suas atividades, com a chegada de dois novos parceiros e um grande volume de investimentos que têm previsão de atingir R$ 20 bilhões até 2030.
Nóbrega falou no programa Passando a Limpo da Rádio Jornal comandado pelo comunicador Igor Maciel onde estimou que até seis meses a Compesa e as empresas líderes dos dois consórcios terão feito a integração das equipe com a concessionários passado a cuidar no serviço na ponta em todos os municípios de Pernambuco enquanto a Compesa assume sua condição de produtora de água bruta a ser entregue as empresas que cuidaram do tratamento, adução e entrega nas residências e empresas.
A Companhia vai continuar investindo em tratamento, em produção de água e as concessionárias terão 35 anos para investir R$ 20 bilhões, principalmente no processo de distribuição. Então, a tendência é que a distribuição seja bastante ampliada e percebida pela população.
Ele explicou o processo de pagamento da outorga, esclarecendo que o processo foi bastante inteligente porque se focou na universalização da água e do saneamento. Esses recursos serão pagos em três parcelas. A maior parte na primeira (60%) após a assinatura do contrato, em até 48 horas. Depois, no final do primeiro ano e mais à frente, o restante.
A Concessão da Compesa distribuirá R$ 1.407,09 bilhões, com a primeira parcela de R$ 844,25 bilhões pagos 60 dias após a assinatura do contrato e duas de R$ 281,41 milhões pagas com 180 dias, e a terceira após três anos.
Nesse processo, os municípios também vão receber parte desses recursos que o governo de Pernambuco vai sugerir que sejam preferencialmente (assim como o governo do estado se comprometeu) investidos em água e saneamento.
Entretanto, esclarece, não há nenhuma amarração da parte dos municípios. Os prefeitos têm total liberdade de usar os recursos da forma que acharem mais adequada. Pela divisão proporcional, eles vão receber entre R$ 4,125 milhões e R$ 116,634 milhões, caso do Recife, que terá a maior parcela por ter a maior população e peso econômico.
Ele também falou sobre os planos da companhia para os próximos anos, em que a Compesa e o Governo do Estado vão continuar investindo na construção de grandes adutoras, na produção e no tratamento de água. A empresa já tem hoje recursos de R$ 4,5 bilhões assegurados. Temos mais de R$ 2 bilhões do orçamento da Secretaria de Recursos Hídricos.
Do Jornal do Commercio





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