Tá nervoso: Felipão interrompe entrevista de Deyverson à TV Globo: "Vão para o inferno"

Deyverson comemora após marcar pelo Palmeiras sobre o Grêmio

Neste sábado (3), Deyverson respondia a pergunta de repórter da TV Globo após a vitória por 3 a 2 do Palmeiras sobre o Santos, no Allianz Parque, pelo Campeonato Brasileiro, quando foi interrompido por Luiz Felipe Scolari. O técnico, ainda inconformado após a eliminação da Libertadores, retirou o centroavante de perto dos jornalistas e os mandou "para o inferno".

"Deu, deu! Sem entrevista! Vão para o inferno!", esbravejou.

Deyverson protagonizou princípio de confusão após a partida. Após o apito final, o jogador começou a comemorar, e Gustavo Henrique, zagueiro do Santos, chutou a bola em sua direção. O atacante do Palmeiras intensificou a festa, irritando os adversários.

"O Deyverson tem alguma chavezinha ali que não funciona. Se ele mesmo já disse isso para vocês (jornalistas), e depois do jogo teve aquela confusão, quem é que vocês vão pegar primeiro (para entrevistar)? Para vocês é ótimo, para mim é um inferno. Depois tenho que ir lá na CBF, tem vídeo, o Deyverson falou não sei o quê, tenho que ir explicar. Ou vou passar uma multa, ou vou proibir eles (jogadores) de falar, por causa de um. Então se vocês puderem me ajudar, tudo bem, se não puderem, vou tomar outra atitude", disse Felipão, em entrevista coletiva concedida após a partida.

"O Deyverson não tinha nada que falar ali. Os jogadores do outro time já ficam querendo arrumar uma situação para ele, e ele não se dá conta de que vai ser ele o prejudicado. Eu vou ter que tomar uma atitude, para lá ou para cá", completou.
O atacante deixou o Allianz Parque sem falar com os jornalistas na zona mista. Com a vitória, o Palmeiras abriu sete pontos de vantagem para o Flamengo, vice-líder do Brasileirão.

TSE se prepara para julgar processos do “3º turno das eleições”

Arte/Metrópoles

O fim da eleição presidencial, com vitória de Jair Bolsonaro (PSL), não significa o término da disputa. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o jogo caminha para um terceiro turno com 12 pedidos de inelegibilidade de candidatos, além de outras medidas. As chamadas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) estão nas mãos do ministro Jorge Mussi e devem ser julgadas nas próximas semanas.

Dos 12 processos, quatro foram feitos pela defesa de Bolsonaro e têm como alvo Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB). Mesmo número protocolado pelo petista contra o presidente eleito. As coligações de Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSol) entraram com as demais ações, sendo dois pedidos do pedetista, um da ex-senadora e outro do líder do MTST.

Mel pernambucano se preparando para exportação

Média de produção está chegando a 24 quilos por colmeia, o dobro da nacional. Foto: Teresa Maia/Arquivo DP

A produção pernambucana de mel está sendo incentivada. Apicultores do sertão do estado estão sendo capacitados e a operação legalizada para que o produto possa ter um melhor valor agregado podendo, inclusive, ser exportado. O projeto piloto, realizado pelo Sebrae/PE e pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), está sendo chamado de Favo Cheio. A proposta é a transferência de tecnologias simples para a criação e manejo de abelhas através de conceitos de produção, gerenciamento e organização da cadeia produtiva do estado.

Nesta primeira etapa, estão sendo capacitados 38 apicultores de quatro municípios pernambucanos (33 de Araripina, 2 de Exu, 2 de Moreilândia e 1 de Parnamirim). Apesar de ainda em andamento, os resultados já aparecem. Segundo dados da Confederação Brasileira de Apicultura, a média nacional de produção de mel em um apiário é de 12 quilos por colmeia por ano. Em oito meses do projeto, o grupo de apicultores ultrapassou a média, chegando a 24 quilos por colmeia.

'O País ganha com essa decisão', diz Mendonça sobre Sergio Moro

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Após o anúncio da ocupação do cargo no superministério da Justiça pelo juiz Sergio Moro, personalidades políticas de Pernambuco utilizaram as suas redes sociais para manifestarem o seu posicionamento. Entre eles, se pronunciaram os ex-ministros Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB), ambos derrotas na disputa pelo Senado.

"O juiz Sergio Moro tem dimensão técnica e moral para assumir qualquer cargo público, inclusive o Ministério da Justiça. Na Lava Jato fez um trabalho exemplar, prestando grande serviço ao Brasil no combate à corrupção e ao crime organizado. É um profissional sério e respeitado no Brasil e no exterior. Como cidadão tem todo direito de abrir mão de sua carreira na magistratura para seguir novos caminhos no serviço público. O Pais ganha com sua decisão", afirmou o ex-ministro de Educação, que declarou publicamente apoio ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), na época das eleições.

"A oposição ao futuro Governo Bolsonaro e à Operação Lava Jato vai continuar buscando narrativas para demonizá-lo, como vem fazendo. Lamentável que o PT e a oposição não tenham entendido que a maioria sociedade brasileira disse basta à corrupção e ao mi, mi, mi das narrativas esquerdistas", acrescentou Mendonça.

Marília Arraes e Humberto Costa lançam críticas após Moro aceitar cargo

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Ambos coligados ao Partido dos Trabalhadores (PT), Marília Arraes e Humberto Costa lançaram críticas ao novo cargo do juiz Sérgio Moro no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Os dois políticos também relembraram o período de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Segundo a vereadora e deputada federal eleita Marília Arraes, ficou mais "escancarado o golpe no Brasil". "Cada dia mais se escancara o golpe que estamos vivendo no Brasil. Tem um juiz que mandou prender sem provas o candidato que ia ganhar a eleição, de acordo com todas as pesquisas de opinião, que agora vai ser ministro do candidato que ganhou a eleição só por que o outro que está preso não disputou", disparou a neta de Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco.

"Então está cada vez mais claro para o povo brasileiro e acho que tende a se consolidar quando esse golpe chegar cada dia mais na casa das pessoas, no bolso das pessoas, e já está chegando com a reforma trabalhista, o preço do gás de cozinha, dos combustíveis e a tendência é que o governo seja cada vez mais anti-povo, a gente vai ter um trabalho muito grande em Brasília", completou.

Já para o senador reeleito Humberto Costa, o novo cargo do magistrado representa um "descrédito na Justiça brasileira. "Na minha opinião, isso representa um grave descrédito para a Justiça, pois Sérgio Moro era chefe de uma operação, a chamada Lava Jato, que desempenhou durante vários meses um processo que se intitulava de combate permanente à corrupção e hoje com a aceitação desse convite, muitas dúvidas surgem na cabeça da população brasileira, pois foi Sérgio Moro o grande responsável, não só pelo processo que redundou na condenação do presidente Lula, na sua prisão, no processo de criminalização do PT e da política no Brasil", disse.

"Vamos recorrer sem dúvida para todas as instâncias do Judiciário levantando a suspeição do senhor Sérgio Moro em relação à sua competência para julgar o presidente Lula a quem ele sempre tratou como adversário político e não como alguém para quem deveria se praticar a Justiça", cravou Humberto.

"Fiz o que qualquer um faria", diz homem que matou jogador Daniel

Daniel teve a cabeça parcialmente degolada e o pênis arrancado no crime (Foto: Divulgação)

O comerciante Edison Brittes, apontado pelo Polícia como autor do assassinato do meia Daniel, fez um vídeo divulgado portal "Massa News", de Curitiba, para se defender das acusações. Ele diz que o ex-jogador tentava estuprar sua mulher, Cristina Brittes, quando chegou em casa. De acordo com as investigações, Daniel foi espancado, parcialmente degolado e teve o pênis decepado.

"Ele tinha entrado no quarto, tirado a roupa e trancado a porta. Quando eu arrombei a porta, ele estava em cima da minha esposa, e ela pedindo socorro. O que eu fiz, foi o que qualquer homem faria, porque pra mim aquela não era minha esposa e sim todas as mulheres do Brasil", afirmou Edison no vídeo.

O comerciante garante ainda que nem sua mulher, nem sua filha haviam se relacionado de alguma forma com Daniel. "Boatos sempre acontecem, mas a verdade vai vir à tona. Eu tirei ele de cima da mulher e evitei que aquele monstro fizesse algo com ela", disse.

Preso nesta quinta-feira (1°), Edison Brittes, de 38 anos, confessou ter assassinado o jogador Daniel, no último sábado. Sua esposa e filha também foram detidas para averiguações. A Polícia Civil ainda busca mais três suspeitos do crime, de acordo com o delegado Amadeu Trevisan, da Delegacia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, onde ocorreu o homicídio.

Palestinos atacam decisão de Bolsonaro sobre Jerusalém

Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva na Rua Visconde de Itaúna, Jardim Botânico, no Rio de Janeiro (RJ)

Autoridades palestinas, frequentemente divididas, se uniram para criticar de forma explícita o anúncio do presidente eleito Jair Bolsonaro, de mudar a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém. "Trata-se de uma medida provocadora, que é ilegal diante do direito internacional e que não faz nada mais que desestabilizar a região", disse Hanane Achraoui, uma alta autoridade palestina, à agência de notícias internacionais AFP.

Ashrawi foi por anos porta-voz da delegação palestina nas negociações de paz e uma das principais vozes em Ramallah, além da primeira mulher a ser eleita para o Conselho Nacional Palestino. Na quinta-feira, Bolsonaro declarou ao jornal israelense Israel Hayom que planejava transferir a embaixada brasileira em Israel. Se o fizer, o Brasil se tornará o terceiro país, depois de Guatemala e dos Estados Unidos a anunciarem a medida.

Questionado, Bolsonaro disse que Israel deveria ter liberdade para escolher sua capital. "Quando me perguntaram, durante a campanha, se eu faria isso uma vez que me tornasse presidente, eu respondia que 'sim, cabe a vocês decidirem qual é a capital de Israel, não a outras nações'", declarou.

Nas redes sociais, o grupo Hamas, que está no poder em Gaza e é acusado de radicalismo, deixou claro que não vê com bons olhos a decisão do Brasil. "Rejeitamos a decisão do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, de mover a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém e pedimos que ele abandone sua decisão", declarou o porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri. Para ele, a iniciativa é um "passo hostil ao povo palestino".

Filho de Bolsonaro terá que responder denúncia de ameaça a jornalista

foto: Reprodução/Facebook/Twitter (foto: Reprodução/Facebook/Twitter)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, e reeleito este ano com a maior votação da história da Câmara, foi notificado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última terça-feira para responder à denúncia de ameaça de uma jornalista.

Patrícia Lélis, que também foi candidata este ano ao cargo de deputada federal, pelo PROS, mas não foi eleita, ficou conhecida por acusar, em 2016, o deputado e pastor Marcos Feliciano de estupro, quando virou ré por falsa comunicação de crime. Dessa vez, ela acusou Eduardo Bolsonaro de ter ameaçado ela de morte por meio de um aplicativo de celular. Na versão dela, a desavença começou quando ela revelou o relacionamento que eles tiveram quando ela trabalhava no antigo partido do deputado, o PSC (Partido Social Cristão).

"Foram 3 anos e 8 meses em um relacionamento abusivo. Eu estou percebendo que tudo na vida evolui, menos você", escreveu a jornalista em uma rede social. Eduardo chegou a gravar um vídeo negando o relacionamento. Em seguida, a jornalista publicou fotos da conversa que teria tido com o deputado por meio de um aplicativo, onde ele a ameaça de morte.

Homem é preso após ter participado de sequestro de gerente de banco em Custódia

Uma equipe do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI) prendeu, um homem, após ele ter participado do sequestro do gerente de uma agência bancária de Custódia e sua esposa. Os policiais militares receberam informações do serviço de inteligência sobre o sequestro do homem, que foi levado, no último dia 31 para o cativeiro com sua companheira e forçado a, subtrair dinheiro do cofre da agência onde trabalha e entregar aos sequestradores para liberação da esposa.

O gerente foi localizado, no início da tarde da última quinta-feira, por PMs e policiais civis e levado à delegacia para esclarecimento sobre o crime de que foi vítima. Neste momento, uma equipe do BEPI colheu informações e seguiu para o local onde o grupo estaria escondido.

No município de Flores, foram encontrados três suspeitos que, com a chegada da viatura, fugiram pela caatinga com mochilas. Um deles foi capturado e durante abordagem ao local onde eles estavam, o efetivo encontrou um revólver calibre 38, cinco munições, duas motocicletas e dois celulares.

A ocorrência foi conduzida para a Delegacia de Plantão de cidade de Arcoverde, onde o acusado foi autuado em flagrante.

Fifa quer mudar três regras do futebol

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A Fifa pode alterar três regras do futebol. Segundo o jornal inglês 'The Telegraph', a IFAB (International Football Association Board), órgão da entidade que regulamente as normas do esportes, está considerando o fim do rebote nas penalidades, flexibilização quando a bola bate na mão e que o jogador, ao ser substituído, possa sair em qualquer área do campo e imediatamente. No dia 6 de novembro, em Londres, a IFBA vai se reunir para debater as novas medidas.

Sem rebote

Uma das possíveis novidades seria acabar com o rebote nas penalidades. As regras dos pênaltis durante o jogo seria igual a de uma disputa de pênaltis, isto é, em caso do jogador cobrar a penalidade, a bola pegar na trave ou o goleiro defender, o atleta não poderia fazer o gol de rebote.

Diminuir a cera

Para tentar evitar o tempo perdido em substituições e a famosa "cera" na hora em que um jogador é substituído, a IFBA quer estipular que o jogador possa sair por qualquer lado do campo e imediatamente, sem precisar ir até o banco de reservas. Outra medida seria a de que o cronômetro seja parado, enquanto aconteça perdas de tempo intencionais.

Mão na bola

A entidade também quer eliminar a palavra "deliberadamente" do regulamento, em relação a mão na bola. A lei 12 das Regas do Jogo atesta que será marcado uma falta ou um pênalti, quando o jogador tocar na "bola deliberadamente com as mãos".

A IFAB quer que, ao invés de deliberadamente, se diga posição natural ou não do braço no momento do contato com a bola. Isso pode gerar polêmica, pois vai ficar a encargo do juiz definir o que é um movimento natural ou não. Além de que os jogadores podem buscar uma vantagem de chutar a bola propositalmente no braço do adversário. Outra regra nova seria a de anular qualquer gol que tenha batido na mão de um jogador.

Sintepe reclama ao Ministério Público de ‘movimento’ para constranger professores

Quatro entidades sindicais que representam trabalhadores em educação em Pernambuco reuniram-se com a promotora Eleonora Rodrigues, do Ministério Público de Pernambuco, para apresentar denúncia contra uma suposta campanha de assédio aos professores e professoras em sala de aula, liderada por um autodenominado “Movimento pelas Crianças”.

As entidades foram Sintepe (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco), Sinpoja (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Jaboatão dos Guararapes), Sinpmol (Sindicato dos Professores Municipais de Olinda) e Simpere (Sindicato dos Professores do Recife).

De acordo com os sindicatos, nas redes sociais, o “movimento” incentiva os estudantes a constranger seus professores e professoras utilizando telefones celulares para gravar suas aulas e “denunciá-los” por supostamente “fixar ideologia política na cabeça dos alunos”.

Para o Sindicato, o movimento de extrema-direita visa constranger e agredir professores e professoras em sala de aula.

A denúncia do Sintepe diz que as mensagens do movimento confrontam o princípio de liberdade de cátedra, inscrito na Constituição, em seu artigo 205, que assegura “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”. Contraria também o que está explícito, no artigo 3º, na Lei de Diretrizes e Bases Nacional – LDB (Lei 9.394/1996).

O documento do Sintepe recomenda que a Secretaria de Educação do Estado garanta, por meio de ações afirmativas e imediatas, a proteção dos docentes, a autonomia didático-científica e pedagógica e o direito de livre expressão e iniciativas das professoras e professores. O MPPE acatou e divulgou nota oficial neste sentido.

Daniel Coelho acusa Paulo Câmara de ‘estelionato eleitoral’ por fim de delegacia

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O deputado federal Daniel Coelho (PPS), opositor do governador Paulo Câmara (PSB), acusou o socialista de “estelionato eleitoral” em discurso na Câmara dos Deputados, em Brasília, nessa quarta-feira (31). O parlamentar criticou a extinção de duas delegacias, uma delas especializada no combate à corrupção, aprovada essa semana pela Assembleia Legislativa. Será criado o Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

“Por que não assumiram isso no pleito eleitoral? Por que não enviaram a matéria sem regime de urgência para que ela pudesse ser debatida com a sociedade?”, questionou Daniel Coelho. “Está muito evidente o estelionato eleitoral, a mentira que foi contada ao povo de Pernambuco”, acusou.

O parlamentar reclamou de a matéria ter sido votada em regime de urgência após o fim do período eleitoral.

“Evidente que esse fato teria repercussão na própria eleição. A população apoia as ações da polícia no sentido de combater a corrupção, de prender aqueles que estão desviando os recursos da nossa população, tirando os recursos da saúde, da educação e da segurança”, afirmou Daniel Coelho.

Capoeira se torna Patrimônio Cultural e Imaterial de Pernambuco

Herança histórica, gestual, musical e ritualística. A capoeira recebeu, nessa quarta-feira, o título de Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado. A proposta, de autoria do deputado estadual Zé Maurício (PP), foi assinada pelo governador Paulo Câmara.  Os mestres e contra-mestres de capoeira Coca Cola, Galvão, Peu, Macarrão, Dedê, Chê, Melodia e Toupeira e o professor Cajueiro receberam o título em solenidade no Palácio do Campo das Princesas, que contou também com a presença de André Campos, secretário da Casa Civil de Pernambuco, Professora Tereza, presidente do Conselho Estadual de Cultura e Severino Cavalcanti, ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Na ocasião, o governador aproveitou para anunciar que irá levar a capoeira para as escolas públicas. Para além de expressão cultural, a capoeira contribui para humanizar relações através de conhecimentos ancestrais de opressão por diferentes tipos de violência. Em 2008, a capoeira foi reconhecida pelo IPHAN como Patrimônio Imaterial do Brasil, e em 2014, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Fraga diz que não será ministro e espera rever Estatuto do Desarmamento em 2018

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O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), líder da bancada da bala no Congresso, afirmou na manhã desta quinta-feira, 1º, que não terá cargo no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), como foi especulado na quarta-feira, e disse esperar que o Estatuto do Desarmamento seja revisado ainda este ano no Congresso. As declarações foram dadas em entrevista exclusiva à Rádio Eldorado.

"Em momento algum discuti isso com Bolsonaro (assumir um ministério)", afirmou. "Tinha dito que não poderia estar falando de ocupar ministério quando tenho essa condenação. De forma inadequada esse assunto pegou outro vulto. Foi o dia todo ontem e os 45 milhões que não votaram em Bolsonaro usam isso como argumento para me atacar e bater nele", disse.

Em um vídeo com Fraga e outros aliados divulgado em 23 de outubro, Bolsonaro anunciou que o deputado federal coordenaria a bancada no Planalto, de onde surgiram as especulações. Na quarta, a possível ida de Fraga ao governo chegou a ser o assunto mais comentado no Twitter. Diante das especulações, Bolsonaro escreveu em suas redes sociais que os ministérios "não serão compostos por condenados por corrupção". "Anunciarei os nomes oficialmente em minhas redes. Qualquer informação além é mera especulação maldosa e sem credibilidade", escreveu Bolsonaro em mensagem publicada no Twitter e no Facebook.

Moro aceita convite e será ministro do governo Bolsonaro

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O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba, deixará a magistratura para se tornar Ministro da Justiça do próximo governo. Convidado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Moro foi a o Rio de Janeiro conversar com o político e aceitou o convite.

Em nota, Sérgio Moro afirma aceitar o convite com "certo pesar", porque ainda teria 22 anos na carreira de juiz. "No entanto, a pespectiva de implementar uma forte agenda anticorrupcao e anticrime organizado, com respeito a Constituicao, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisao. Na pratica, significa consolidar os avancos contra o crime e a corrupcao dos ultimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior".

Agora indicado para um cargo político, Moro também falou sobre os próximos passos da operação que o levou ao conhecimento do público nacional e o transformou em uma figura popular:

"A Operacao Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juizes locais. De todo modo, para evitar controversias desnecessarias, devo desde logo afastar-me de novas audiencias."

O futuro ministro da Justiça deverá dar conceder entrevista a jornalistas na próxima semana para dar mais detalhes.

O aceite de Moro dará força à versão sustentada por integrantes do PT de que a Lava Jato é partidarizada. Enquanto juiz, ele condenou várias pessoas ligadas ao partido, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Bolsonaro, que lhe ofereceu o cargo de ministro, foi eleito com o anti-petismo como principal ponto da campanha.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), por exemplo, criticou a conversa entre Moro e Bolsonaro ainda antes de o juiz aceitar o cargo:

"Sérgio Moro não vê problema em conversar com presidente eleito e considerar seu convite para ocupar um ministério. O presidente em questão falou q Lula vai apodrecer na cadeia e quer exterminar os vermelhos. Viva juízes isentos como Moro e presidentes democráticos como Bolsonaro!"

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