Fraude em concurso da Prefeitura de Aliança é investigada pelo MPPE

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) investiga fraudes em provas de concurso público da cidade de Aliança, na Zona da Mata Norte do Estado. O prefeito Xisto de Freitas Neto foi recomendado a anular a seleção, por conta de questões "viciadas" que constavam no gabarito.

Na terça-feira (29), o MPPE divulgou a investigação a partir de denúncias de fraudes e irregularidades nas provas, que foram realizadas entre fevereiro e março deste ano.

Segundo representações recebidas pelo site da Ouvidoria do MPPE, após a publicação dos resultados das provas objetivas dos cargos mencionados, as respostas às questões de múltipla escolha apresentaram características suspeitas.

O promotor de Justiça Eduardo Henrique de Melo, conta que os gabaritos das provas objetivas continham sequências de 17 a 20 respostas corretas com as mesmas letras, o que representa até 40% dos testes, que tinham 40 e 50 questões. “Provas com gabarito trazendo a mesma letra em série demonstram vício grave e insanável na organização ou, até mesmo, indício de fraude e falhas na segurança das provas, comprometendo o sigilo do conteúdo, a eficiência, impessoalidade e lisura do certame”, destacou o promotor de Justiça no texto da recomendação.

As vagas, que eram para os cargos de bioquímico, encanador, fisioterapeuta, técnico em farmácia e técnico em laboratório, deverão ser reabertas em novo edital. Datas, horários e locais para uma nova realização da prova objetiva devem ser definidas pela prefeitura.

Eduardo Henrique de Melo ainda recomendou que seja anulada a etapa de provas de títulos para todos os cargos, uma vez que a entrega das provas de título se deu na mesma data da prova objetiva e apenas de forma pessoal, ou seja, mediante a entrega dos documentos pelos candidatos aos fiscais da empresa Consulpam. “O Ministério Público entende que a forma escolhida para a entrega de títulos foi totalmente desarrazoada e inadequada, não se observando o devido respeito aos princípios da impessoalidade e moralidade administrativas”, afirmou o promotor de Justiça.

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