Dois dos PMs, envolvidos com morte de estudante em Itambé, têm processo suspenso

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O capitão da Polícia Militar Ramon Tadeu Silva Cazé e o soldado Ivaldo Batista de Souza Júnior, envolvidos com a morte do estudante Edvaldo da Silva Alves, baleado durante um protesto em Itambé, na Mata Norte, serão ouvidos pela Justiça no dia 10 de agosto. Os dois pms foram indiciados por crime de homicídio culposo, sem intenção de matar, no inquérito que investigou a morte do rapaz. Outros dois policiais Silvino Lopes de Souza e Alexandre Dutra da Silva tiveram o processo suspenso e convertido em medidas cautelares. Os dois foram indiciados por omissão de socorro. A solicitação foi feita pela promotora Jeanine Brandão, da Promotoria do Ministério Público de Itambé, e acatada pela Justiça. Os pms irão pagar dez salários mínimos, cada um, R$ 9.540, quantia ser paga em vinte parcelas de R$ 477.

Silvino e Alexandre aceitaram a proposta apresentada na última sexta-feira, durante audiência de instrução e julgamento, na comarca de Itambé. Se eles cumprirem com as medidas cautelares dentro do prazo de dois anos, terão o processo extinto pela Justiça. O valor pago pelos policiais serão repassados a alguma instituição, apontada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco.

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