Missa do Crisma foi celebrada na Paróquia de São João Batista, em Mirandiba

Na tarde desta quarta-feira (28) aconteceu na Paróquia de São João Batista, em Mirandiba, a Missa dos Santos Óleos, presidida pelo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, e que contou com a participação de todo o clero da diocese.

Como vem acontecendo ao longo dos anos, a Missa dos Santos Óleos vem sendo realizada não de uma forma fixa (na Catedral), mas a cada ano em uma paróquia diferente. Esse ano, como a Paróquia de Mirandiba completa 50 anos, foi decidido que a Missa do Crisma (Santos Óleos) seria realizada naquela cidade. Foram abençoados os óleos dos Enfermos, dos Catecúmenos e do Crisma. Também, foram renovados os votos sacerdotais de todo o clero diocesano.

Dom Egidio  disse que, a Missa do Crisma, é ocasião para contemplarmos mais uma vez o Cristo, o Ungido, que nos faz participantes de sua vida e missão e, que, ao mesmo tempo, a Missa do Crisma é oportunidade ímpar para celebrarmos nossa condição de “ungidos”  de “Cristo” como Ele, e reavivar a consciência de nossa missão junto com Ele.

Na reflexão, o bispo realçou duas realidades: Cristãos leigos ungidos e Cristãos presbíteros ungidos. Sobre os cristãos presbíteros ungidos, dom Egidio falou da importância daquele momento para os mesmos. “A liturgia de hoje é também uma rica manifestação de comunhão dos presbíteros com o próprio bispo no único e mesmo sacerdócio e ministério de Cristo, nela, os presbíteros renovam seus compromissos assumidos no dia da ordenação. Nós presbíteros somos ungidos para que? Certamente para sermos mais parecidos com o Cristo, configurados a Ele no seu ser e na sua missão e, certamente, também, para estarmos a serviço do sacerdócio comum”, disse.

O bispo também falou das dificuldades no cotidiano dos padres, sobre a tarefa que é grande e também como superá-las. “Caros padres, desejo refletir um pouco com vocês sobre isso. Vivemos tempos difíceis também para os padres, muitas feridas expostas, muitas cobranças, muitas incompreensões, muitas inseguranças que nos fazem sofrer a todos. A tentação, às vezes, pode ser de pensar que a saída seja fechar-se no castelo das próprias seguranças e defender nossas posições, unhas e dentes. Fala-se cada vez mais frequentemente dos estresse dos padres que pode levar a ameaçar seriamente a própria vida física, psicológica, espiritual, e como enfrentar tal situação? Creio que as palavras e os sinais da celebração de hoje possam nos ajudar a reafirmar algumas convicções, algumas prioridades para podermos hoje, como presbíteros, viver não simplesmente sobrevier”, afirmou.

Concluindo, dom Egidio lembrou três convicções que precisam ser constantemente reafirmadas pelos padres: O testemunho de vida é mais importante do que as coisas fazem; Viver a comunhão no presbitério é mais importante do que deixar-se levar pelo próprio trabalho; e o serviço da oração e da palavra é mais importante do que o serviço às mesas.

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