MPPE dá parecer contrário à transferência de João Victor do Cotel para prisão domiciliar

João Victor foi preso após o acidente. Foto: WhatsApp/Cortesia (João Victor foi preso após o acidente. Foto: WhatsApp/Cortesia)

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) deu parecer contrário ao pedido da defesa do João Victor Ribeiro de Oliveira Leal, 26 anos, negando a transferência do estudante da prisão preventiva no Cotel para prisão domiciliar. O juiz da 1ª Vara do Tribunal de Juri da Capital, Ernesto Bezerra, pode ou não acatar o posicionamento do MPPE. Caso o juiz indefira o pedido, João Victor aguardará no Cotel, de forma preventiva, até o fim do julgamento.

De acordo com o promotor do MPPE, André Rabelo, que assinou o parecer contrário, a alegação da defesa para o pedido de transferência não tem fundamento nem subsistência.

“A defesa alega que o réu tem problemas mentais e é viciado em drogas. Mas nada disso o inseta da responsabilidade que tem sobre a tragédia. Se ele já tinha problemas com drogas há anos, a família deveria ter cuidado disso muito antes, mas nunca tomou posicionamento, se ausentando dos problemas que ele tem. Ele, inclusive, estuda, é supervisor de obras, e não há nenhum atestado médico atestando insanidade. Então, não se pode querer usar esse tipo de expediente para isentar João Victor da responsabilidade dele”, declarou André Rabelo.

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