Associação de Cabos e Soldados discute projeto de aumento salarial na Assembleia Legislativa de Pernambuco

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O presidente e vice presidente da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS-PE), Albérisson Carlos e Nadelson Leite, respectivamente, participam na manhã desta quinta-feira de uma discussão na Assembleia Legislativa (Alepe) sobre o projeto de valorização profissional da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Participam da reunião com deputados da bancada de oposição ao governo do estado Sílvio Costa Filho, Ossésio Silva, Socorro Pimentel, Edilson Silva, Paulinho Tomé, Joel da Harpa e Augusto Cesar.

Ontem, a ACS-PE protocolou na Alepe uma contraproposta para a proposta de reajuste salarial. O documento apresenta uma tabela de salários apresentada em dezembro do ano passado, antes da categoria dar início à operação padrão, realizada há mais de dois meses. A classe sugere o salário de R$ 6.108,37 para o posto de soldado e de de R$ 26.169 para coronel, enquanto o projeto de lei enviado pelo governo do estado estabelece R$ 4.104,88 e R$ 23.238 para os cargos, respectivamente. A classe pede ainda promoções automáticas para cabos, sargentos e subtenentes de acordo com o tempo efetivo de serviço.

Também nesta quarta-feira, o governo do estado realizou coletiva de imprensa sobre a proposta. Participaram os secretários estaduais Milton Coelho (Administração), Márcio Stefanni (Planejamento e Gestão), Angelo Gioia (Defesa Social) e o procurador-geral do estado, Antônio César Caúla. Eles defenderam a restrição de progressões para militares que receberem punição de mais de 30 dias de prisão nos últimos 12 meses, contados a partir de abril. Esse era um dos pontos reclamados pelos praças.

O projeto prevê que os policiais e bombeiros tenham salários reajustados em três vezes, sendo a última em dezembro de 2018. Além de contestar a restrição aos punidos, os praças reclamam que perderiam gratificações como o risco de vida e auxílio-transporte. Stefanni explicou que os valores serão incorporados aos salários. “Não há perda. Foi incorporado o auxílio-transporte e também o risco de vida”, salientou.

Sobre a questão das punições, Stefanni disse que a medida é necessária. “Isso atende ao anseio do povo de Pernambuco, que não deseja que as forças pagas para lhe prover sensação de segurança cometam crimes e desvios que impeçam seu bom trabalho.”

Coelho acrescentou que o projeto trará benefícios às categorias. “Estamos valorizando a carreira, fazendo o nivelamento salarial com a Polícia Civil e garantindo ganhos reais”, resumiu. Os representantes do governo afirmaram que as associações deixaram de participar das negociações.

“Qualquer que fosse a proposta, as associações iriam espernear, pois o que se busca é espaço político”, declarou Gioia. Ele acrescentou que PMs que desempenham funções administrativas vão trabalhar nas ruas no carnaval.

“Estamos indignados com esse aumento, se é que se pode chamar de aumento. Vamos mostrar à sociedade que PMs e bombeiros trabalham e não recebem diárias. Vamos distribuir cinco mil panfletos mostrando a violência no estado”, declarou o presidente da Associação de Cabos e Soldados, Albérison Carlos.

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